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haapit Labs

Se roda em algum lugar, a gente constrói.

Fábrica de software é ter time, processo e repertório para atacar qualquer alvo: navegador, celular, desktop, terminal, ponto de venda, televisão, relógio e o que estiver preso na parede piscando um LED. A linguagem e o alvo mudam conforme o problema. O que não muda é quem sustenta o que subiu.

O alcance

Um time.
Qualquer alvo.

Navegador, celular, desktop, terminal, ponto de venda, quiosque, televisão, relógio e sensor preso na parede. O alvo muda conforme o problema pede, e não conforme a ferramenta que estava aberta.

  • Web
  • iOS
  • Android
  • Tablet
  • Desktop
  • API
  • CLI
  • PDV
  • Quiosque
  • TV
  • Vestível
  • Embarcado
  • Agente
Esquema. A linguagem e o alvo saem do problema; o time e o processo são os mesmos.

O arsenal

A ferramenta é escolhida,
nunca a padrão.

Repertório não é troféu. Ele serve para uma coisa só: poder escolher a ferramenta certa em vez de acomodar o problema àquela que o time já domina.

01Linguagens

  • TypeScript
  • JavaScript
  • Python
  • Go
  • Java
  • C#
  • PHP
  • Kotlin
  • Swift
  • C
  • SQL
  • Shell

02Interface

  • React
  • Next.js
  • Astro
  • Vue
  • Angular
  • React Native
  • Flutter
  • SwiftUI
  • Tailwind

03Servidor

  • Node.js
  • NestJS
  • FastAPI
  • Django
  • Spring
  • .NET
  • Laravel
  • GraphQL
  • gRPC

04Dados

  • PostgreSQL
  • MySQL
  • SQL Server
  • MongoDB
  • Redis
  • Elasticsearch
  • Kafka
  • pgvector

05Inteligência artificial

  • LiteLLM
  • Bedrock
  • OpenAI
  • Vertex
  • vLLM
  • Ollama
  • MCP
  • RAG

06Nuvem e Datacenter

  • AWS
  • Azure
  • GCP
  • On-premise
  • Kubernetes
  • Docker
  • Terraform
  • GitHub Actions
  • Observabilidade

07Integração

  • SAP
  • Salesforce
  • ERP e CRM
  • Gateway de pagamento
  • PDV
  • MQTT
  • Modbus
  • EDI
  • Customizada

O que já saiu daqui

Construído aqui,
e rodando.

  • Plataforma de operação com IA

    Atendimento, service desk e CRM com agente executando de ponta a ponta, integrado ao que a empresa já usa.

  • Segurança e inteligência de ameaça

    Console de SOC, correlação de evento, painel de risco e a automação que tira o analista do trabalho repetitivo.

  • Marketplace de dois lados

    Cadastro, busca, reserva, pagamento e repasse, com as regras que fazem oferta e demanda se encontrarem.

  • Aplicativo de consumo

    App de grande público, com IA generativa no fluxo, publicado nas duas lojas e sustentado depois disso.

  • Logística e roteirização

    Cálculo de rota, raio de entrega, despacho e acompanhamento, ligado ao estoque e ao ponto de venda.

  • Comércio digital de alto volume

    Loja, catálogo, checkout e integração com ERP, PDV e gateway, com a operação aguentando data de pico.

  • Portal e conteúdo sob medida

    Site institucional e CMS feitos para o negócio, sem depender de extensão de terceiro para função crítica.

  • Automação e integração

    O encanamento que faz sistema que não se falava passar a se falar, com fila, evento e reprocessamento.

Como a fábrica opera

Quem constrói,
sustenta.

  1. 01

    Descoberta antes de código

    O primeiro entregável é entender o problema e o que já existe no mercado, inclusive a possibilidade de não valer a pena construir. É a conversa mais barata do projeto inteiro.

  2. 02

    Arquitetura escolhida, não herdada

    A linguagem e o alvo saem do problema, e não do que o time já tinha aberto na tela. Ter repertório é o que permite escolher em vez de acomodar.

  3. 03

    Entrega com esteira

    Ambiente separado, revisão, teste e publicação automatizada desde o primeiro dia. Subir para produção deixa de ser evento e vira rotina.

  4. 04

    Quem constrói, sustenta

    O time que escreveu continua de plantão depois que subiu, com SLA contratado. É o que faz a decisão de arquitetura ser tomada por quem vai conviver com ela.

O trabalho feito dentro do ambiente do cliente fica na página de cases. Esta aqui é sobre o que a fábrica consegue construir.

Tem uma ideia que ninguém conseguiu tirar do papel?

Traga para nós. Uma avaliação técnica sem custo do problema, do que já existe no mercado e do que de fato precisa ser construído, incluindo a possibilidade de que não se justifique.