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Governança de IA

Toda chamada de IA da empresa passa por uma porta só.

A empresa já usa inteligência artificial. A pergunta é se ela sabe quem chama, quanto se gasta, o que sai daqui e o que fazer quando o fornecedor cair. Somos especialistas em implantar essa porta, e ela fica onde você quiser: na sua conta de nuvem, no seu cluster ou no seu datacenter, endurecida com a mesma prática de segurança que sustenta ambiente sob PCI-DSS e ISO 27001.

O ponto de partida

A empresa já usa IA.
Ela só não sabe onde.

Isto não é hipótese, é o retrato que toda descoberta encontra: cada aplicação falando direto com o fornecedor dela, cada credencial guardada num lugar diferente, cada consumo caindo numa fatura diferente. No meio do caminho, o retângulo vazio: o lugar onde alguém poderia perguntar quem chamou, quanto custou e o que foi enviado, e onde hoje não há nada.

Seis origens dentro da empresa chamando quatro provedores de IA diretamente, cada uma com a credencial guardada num lugar diferente e cobrada numa conta diferente.

No meio do caminho há apenas um contorno tracejado e vazio, no lugar exato onde o gateway ficaria. As chamadas atravessam esse espaço sem passar por controle nenhum.

Nenhum controle as chamadas só passam O perímetro da empresa Portal e site chave no repositório Aplicativo chave na esteira Atendimento chave numa planilha Automação interna chave num .env local Copiloto do time cartão da área Script de alguém fora do inventário Provedor A conta corporativa Provedor B conta do time Provedor C cartão da área Provedor D conta pessoal Quatro faturas separadas
Chamada direta, sem controle no caminho Uso que não está em inventário nenhum Esquema. O retângulo vazio no meio é onde o gateway entra, e é exatamente a figura da seção seguinte.
  • Ninguém sabe quanto se gasta

    A fatura chega somada. Não há como dizer qual time, qual produto ou qual experiência consumiu o quê, então não há como cortar o que não vale nem defender o que vale.

  • A chave está em todo lugar

    Chave de API em repositório, em automação, em planilha e no computador de quem saiu. Sem inventário, revogar uma exige descobrir onde ela está sendo usada.

  • Não há o que auditar

    Quando alguém perguntar o que a empresa mandou para um modelo de terceiro, e essa pergunta chega, a resposta precisa existir. Sem porta única, ela não existe.

  • Trocar de modelo é reescrever

    Cada aplicação fala direto com o fornecedor dela. Modelo novo, preço melhor ou exigência de contrato viram projeto de engenharia em vez de mudança de configuração.

A porta única

A aplicação deixa de falar com o fornecedor.
Ela passa a falar com a política.

Um endereço interno recebe toda chamada de IA da empresa e decide o que fazer com ela: se a chave pode, se o orçamento permite, se o dado pode sair, qual modelo atende e o que fica registrado. Depois disso, ela sai. Antes disso, ela pode não sair.

Cinco aplicações chamando um único gateway, que aplica identidade, orçamento, política de dado, roteamento e registro antes de encaminhar para três grupos de destino: LLMs de nuvem, modelos abertos, e agentes e servidores MCP.

Uma das cinco chamadas é recusada na porta por estouro de orçamento, antes de sair da empresa.

Portal e site sk-portal Aplicativo sk-app Atendimento sk-atend Automação interna sk-auto Copiloto do time sk-time Aplicações Uma porta LiteLLM Identidade chave virtual por app Orçamento teto por time e projeto Dado máscara e bloqueio Roteamento custo e criticidade Registro trilha por requisição LLMs nuvem pública Claude GPT Gemini e outros Modelos abertos local ou nuvem privada Llama Mistral Qwen DeepSeek Agentes e MCP dentro do perímetro Servidor MCP Agente Ferramenta Fluxo Destinos
Chamada autorizada Recusada na porta, antes de sair da empresa Esquema. Os controles são aplicados na chamada, e não em relatório posterior.

O que o gateway entrega

Seis controles que só existem
onde existe uma porta única.

  • Custo

    Orçamento que existe de verdade

    Limite por chave, por time e por projeto, aplicado na chamada e não no relatório do mês seguinte. Estouro é recusado, não descoberto.

    • Teto de gasto por chave, time, projeto e período
    • Consumo por token atribuído a quem chamou
    • Alerta e corte automático ao atingir o limite
    • Roteamento por custo: a tarefa vai para a faixa que ela exige
    • Cache de resposta para o que se repete
  • Acesso

    Chave virtual em vez de chave real

    A credencial do fornecedor nunca sai do gateway. Cada aplicação recebe uma chave própria, com escopo, prazo e revogação imediata.

    • Chave virtual por aplicação, time ou pessoa
    • Lista de modelos permitidos por chave
    • Prazo de validade e rotação sem parar a aplicação
    • Revogação imediata, sem procurar onde a chave estava
    • A credencial do fornecedor fica num lugar só
  • Auditoria

    Registro do que foi perguntado

    Quem chamou, qual modelo, quando, quanto custou e qual política se aplicou. É o registro que a norma pede e que o jurídico vai pedir antes dela.

    • Trilha por requisição, com autor, modelo e custo
    • Política de retenção definida por tipo de conteúdo
    • Exportação para a ferramenta de observabilidade que a empresa já usa
    • Evidência pronta para auditoria de governança de IA
  • Dado

    O que sai do perímetro, e o que não sai

    Regra de conteúdo aplicada antes da chamada, e não confiada ao desenvolvedor de cada aplicação. Dado sensível para em política, não em revisão de código.

    • Mascaramento de dado pessoal antes do envio
    • Bloqueio por padrão de conteúdo e por tipo de tarefa
    • Escolha de região do provedor, quando ele oferece
    • Roteamento de tarefa sensível para modelo local
  • Continuidade

    A aplicação não cai porque o fornecedor caiu

    Fila alternativa, nova tentativa e distribuição entre provedores. A indisponibilidade de um modelo deixa de ser incidente da empresa.

    • Fallback automático entre provedores e regiões
    • Nova tentativa com recuo, sem duplicar cobrança
    • Distribuição de carga entre chaves e contas
    • Limite de vazão por chave, para um time não consumir a cota do outro
  • Independência

    Trocar de modelo é configuração

    Uma interface única para todos os provedores. A aplicação chama o gateway, e a decisão de qual modelo atende fica na política, não no código.

    • Interface compatível em toda a base de aplicações
    • Modelo novo entra sem tocar em aplicação
    • Modelo aberto auto-hospedado atrás da mesma porta
    • Comparação de custo e resultado entre modelos com tráfego real

Como isso aparece

A governança deixa de ser documento
e vira tela.

Política que mora em apresentação não sobrevive ao primeiro trimestre. Depois da implantação, dar acesso, mudar limite e saber quem gastou são três telas, operadas por quem já cuida do ambiente.

01Acesso

Cada aplicação com a chave dela.

A credencial do fornecedor fica guardada num lugar só, e cada aplicação, time ou pessoa recebe uma chave própria. Dar acesso deixa de ser distribuir segredo, e tirar acesso deixa de ser caçar onde ele foi parar.

  • Criação, prazo e revogação sem tocar em aplicação
  • Lista de modelos permitidos por chave
  • Quem usou, quando usou e quanto gastou, por chave
Chaves virtuaisvalores fictícios
ChaveTimeÚltimo usoGasto / teto
atendimento-prodsk-…9f2aatendimentoativahá 2 minUS$ 4.182/ 10.000
copiloto-engsk-…tt09engenhariaativahá 3 minUS$ 6.740/ 12.000
agente-chamadosk-…pq77operaçõesativaagoraUS$ 3.301/ 8.000
portal-websk-…7b01marketingativahá 5 minUS$ 1.905/ 5.000
ci-avaliacaosk-…hh55qualidadelimitadahá 7 minUS$ 58/ 250
laboratoriosk-…ww21pesquisaexpiradahá 38 minUS$ 121/ 500

02Política

O limite vale na chamada, não no relatório.

Teto de gasto, limite de vazão, modelos liberados e regra de conteúdo ficam na política da chave. Quando o teto é atingido, a chamada é recusada, e não descoberta no fechamento do mês.

  • Teto por chave, time, projeto e ambiente
  • Máscara de dado pessoal e bloqueio de injeção de prompt
  • Retenção do registro definida por tipo de conteúdo
Política da chavevalores fictícios

Limites

Requisições por minuto10.000
Tokens por minuto2.000.000
Teto de gastoUS$ 10.000 / mês

produção 6.000 · homologação 2.000 · teste 500

Guardrails

máscara de dado pessoalinjeção de promptdetecção de segredo

Modelos permitidos

ClaudeGPTmodelo aberto local
Retenção do registro90 dias

03Consumo

A fatura deixa de chegar somada.

Cada requisição fica atribuída a quem chamou, e o consumo aparece por time, por chave e por modelo. É o que permite cobrar de quem usa, cortar o que não paga e defender o que paga.

  • Rateio por área, com número que o financeiro aceita
  • Comparação de custo entre modelos com tráfego real
  • Exportação para a ferramenta que a empresa já usa
Consumo, últimos 30 diasvalores fictícios

US$ 41.257

Por time

  • plataformaUS$ 18.309
  • dadosUS$ 10.742
  • atendimentoUS$ 6.301
  • engenhariaUS$ 5.905

Por modelo

  • claude-sonnetUS$ 16.884
  • gpt-4oUS$ 12.402
  • gemini-proUS$ 8.115
  • aberto localUS$ 3.856

Telas ilustrativas do painel que acompanha a implantação. Os nomes e os valores são fictícios.

Onde isso é usado

A mesma porta resolve
seis problemas diferentes.

  • 01

    Acabar com a IA de sombra

    O primeiro trabalho quase sempre é descobrir o que já está rodando. O gateway transforma uso disperso em uso visível, e é a partir dele que política deixa de ser documento.

  • 02

    Rateio por área

    Cada time enxerga o próprio consumo e responde por ele. Sem isso, IA fica no centro de custo de tecnologia e nunca entra na conta de quem usa.

  • 03

    Migração entre provedores

    Trocar de fornecedor ou dividir tráfego entre dois vira ajuste de política. É o que permite negociar contrato de posição de força.

  • 04

    Ambiente separado por estágio

    Desenvolvimento, homologação e produção com cotas, modelos e políticas diferentes. Teste deixa de gastar orçamento de produção.

  • 05

    Modelo local no mesmo lugar

    Modelo aberto rodando dentro de casa atende pela mesma interface do provedor externo. A tarefa sensível muda de destino sem mudar de código.

  • 06

    Base para agente

    Agente que executa precisa de limite, registro e possibilidade de corte. Subir agente antes do gateway é subir automação sem freio.

Onde ele roda

Por ser aberto,
você escolhe onde ele fica.

Governança de IA não deveria exigir mandar todo o tráfego da empresa para o serviço de mais um intermediário. Como o software é aberto, a topologia é decisão de quem tem o dado, e as quatro abaixo são as que implantamos.

  • O padrão para quem já opera em nuvem

    Na sua conta de nuvem

    Dentro da sua VPC, sem endereço público, com a saída passando por egress controlado. Nem o tráfego nem o registro atravessam infraestrutura de terceiro, a nossa inclusive.

  • Para quem tem plataforma madura

    No cluster que você já tem

    Kubernetes ou ECS existente, no mesmo padrão de entrega, observabilidade e alerta do resto da sua plataforma. Sem uma ilha nova para o time aprender a operar.

  • Para restrição regulatória de saída

    No seu datacenter

    On-premise, com o modelo aberto rodando ao lado da porta. A tarefa que não pode sair do prédio não sai, e continua atendida pela mesma interface das demais.

  • Para quem quer o controle sem o time

    Operado pela haapit

    Na infraestrutura que sustentamos, com SLA contratado, NOC e SOC 24x7 acompanhando. O controle existe desde o primeiro dia, sem a empresa precisar montar o time para isso.

Quem implanta

O software é aberto.
A implantação é o trabalho.

O LiteLLM é gratuito e qualquer pessoa sobe um contêiner dele numa tarde. O que não vem no contêiner é a decisão de onde ele fica, quem pode chamar, o que é mascarado, para onde vai a trilha, como o segredo é rotacionado, o que acontece quando um provedor cai e como tudo isso é provado a um auditor. É aí que estamos.

  • A empresa não fica presa a nós

    Licença MIT, configuração versionada no repositório do cliente e nenhuma peça proprietária da haapit no caminho. Se um dia quiserem levar a operação para outro fornecedor, levam, e é justamente por isso que o cliente confia em colocar toda a IA da empresa atrás dela.

  • Fica onde a empresa quiser

    Software aberto significa que a topologia é decisão de quem tem o dado. Não existe obrigação de mandar tráfego para o serviço de mais um intermediário para conseguir governança.

  • A segurança pode ser a nossa, e não a de um catálogo

    Em produto fechado, o controle disponível é o que o fornecedor decidiu expor. Com o código aberto, aplicamos a nossa prática: mascaramento, endurecimento, segregação, guardrail próprio e a trilha indo para o SIEM que a empresa já usa.

  • O que falta, escrevemos

    A porta tem ponto de extensão antes e depois de cada chamada. Regra que a empresa precisa e que não existe pronta em lugar nenhum entra ali, testada, versionada e sustentada como código de produção.

O que entregamos

LiteLLM licença MIT

  • Desenho da topologia, do perímetro e da alta disponibilidade
  • Política de acesso, de teto e de retenção, decidida com o cliente antes de virar configuração
  • Endurecimento, mascaramento e guardrail próprios
  • Integração com o SIEM, a observabilidade e o gerenciador de segredo que já existem
  • Migração das aplicações uma a uma, sem janela de indisponibilidade
  • Sustentação com SLA, plantão do SOC e revisão periódica de política
A ideia central em dez linhas config.yaml
model_list:  - model_name: redacao-longa            # o nome que a aplicação conhece    litellm_params:      model: bedrock/claude-sonnet      aws_region_name: sa-east-1         # o dado fica no Brasil  - model_name: redacao-longa            # mesmo nome, outro provedor    litellm_params:      model: azure/gpt-4o      api_base: os.environ/AZURE_API_BASErouter_settings:  routing_strategy: usage-based-routing-v2  num_retries: 2                         # nova tentativa antes de desistirgeneral_settings:  master_key: os.environ/LITELLM_MASTER_KEY

Trecho ilustrativo. Os dois provedores são publicados com o mesmo nome interno, então a aplicação pede redacao-longa e nunca sabe quem atendeu. As variáveis são preenchidas pelo gerenciador de segredo na subida do serviço, e não ficam em arquivo nem em imagem.

A segurança da porta

Subir o contêiner é fácil.
Esta parte não é.

A porta passa a concentrar a credencial e o registro mais sensíveis da empresa em matéria de IA. Feita sem disciplina, ela não é um controle novo: é um alvo novo. É por isso que quem implanta importa, e é aqui que a nossa prática de segurança entra.

  • Segredo e identidade

    A porta concentra a credencial mais sensível da empresa em matéria de IA. Se ela vaza, vaza tudo de uma vez, então o segredo nunca fica onde é conveniente.

    • Credencial do fornecedor em gerenciador de segredo, nunca em repositório nem em imagem
    • Injeção só em tempo de execução, com rotação que não para o serviço
    • Chave virtual de escopo mínimo: modelo permitido, teto e prazo de validade
    • Autenticação da aplicação contra o gateway, e não apenas uma chave estática
    • Credencial separada por ambiente, sem chave de produção em homologação
  • Rede e perímetro

    Uma porta única é também um alvo único. Ela é tratada como serviço crítico exposto, com a mesma disciplina de perímetro de um ambiente sob certificação.

    • Sem endereço público: alcançável apenas de dentro do perímetro
    • Saída por egress controlado, com lista de destino permitido
    • TLS terminado por nós, com cifra em trânsito de ponta a ponta
    • Limite de vazão e proteção de borda contra abuso e exaustão de cota
    • Região do provedor escolhida por exigência de dado, e não pelo padrão dele
  • Dado e registro

    O registro do gateway guarda o que a empresa perguntou aos modelos. Isso é dado sensível por definição, e é tratado como tal, e não como log de aplicação.

    • Mascaramento de dado pessoal antes do envio e antes da gravação
    • Registro cifrado em repouso, com retenção definida por tipo de conteúdo
    • Trilha replicada para o SIEM, fora do alcance de quem administra a porta
    • Base de consumo separada da base das aplicações
    • Adequação à LGPD tratada no desenho, e não em ajuste depois
  • Operação e verificação

    Controle que ninguém testa não é controle. A porta entra no mesmo regime de verificação e plantão dos ambientes que já sustentamos sob contrato.

    • Alta disponibilidade em mais de uma zona, com teste de queda
    • Configuração versionada em repositório e revisada contra base de endurecimento
    • Pentest da própria porta, pelo nosso time de segurança ofensiva
    • Guardrail antes e depois da chamada, contra injeção de prompt e vazamento de contexto
    • Monitoração no SOC 24x7, com alerta de estouro e de comportamento fora do padrão

A régua é a mesma que usamos em ambiente sob certificação: PCI-DSS, ISO 27001 e SOC, com QSA, CISSP e CISA no mesmo time que opera. Do lado de IA, o desenho é conferido contra o OWASP Top 10 para LLM e o NIST AI RMF.

Ver a frente de segurança

Exemplos de implantação

Quatro situações,
e a decisão que cada uma exige.

São padrões de implantação, sem nome de cliente: o que interessa aqui é a decisão de arquitetura e de política em cada caso, que é a parte que não vem pronta em nenhuma ferramenta.

  • 01

    Atendimento com dado de cliente

    A situação
    Assistente que precisa ler o histórico do cliente para responder, com CPF, endereço e dado de pagamento no meio do contexto.
    A montagem
    Porta dentro da VPC do cliente, com região fixada no Brasil e saída por egress controlado.
    A política
    Máscara de dado pessoal antes do envio, modelo econômico para classificar e triar, modelo de fronteira só onde a redação precisa.
    O resultado
    O dado pessoal não sai identificado, e a conta cai porque a maior parte do volume nunca precisou do modelo caro.
  • 02

    Copiloto para o time de engenharia

    A situação
    Time inteiro querendo assistente de código, cada um com a própria chave, e trecho de código proprietário indo para fora sem controle.
    A montagem
    Porta compartilhada, com chave virtual por pessoa e um modelo aberto auto-hospedado ao lado.
    A política
    Teto mensal por pessoa, e roteamento do código proprietário para o modelo local, pela mesma interface.
    O resultado
    Consumo atribuído por pessoa e por time, e o código que não podia sair deixa de sair, sem tirar a ferramenta de ninguém.
  • 03

    Agente que executa em produção

    A situação
    Agente que abre e fecha chamado, consulta inventário e altera configuração, ou seja, um agente que age e não apenas responde.
    A montagem
    Chave própria de escopo mínimo, separada da chave das aplicações, com trilha própria.
    A política
    Limite de vazão, guardrail depois da chamada e revogação de chave como botão de parada.
    O resultado
    O agente ganha freio, e o freio é acionável em segundos por quem está de plantão, sem depender de deploy.
  • 04

    Dois provedores ao mesmo tempo

    A situação
    Dependência de um fornecedor único, com contrato em renovação e nenhum dado próprio para sustentar a negociação.
    A montagem
    Dois provedores atrás da mesma porta, com divisão de tráfego configurável e fila alternativa entre eles.
    A política
    Comparação de custo e de acerto com tráfego real, e queda de um provedor atendida pelo outro automaticamente.
    O resultado
    A renovação passa a ser negociada com número medido em casa, e a indisponibilidade de um fornecedor deixa de ser incidente.

Governança

A norma pede evidência.
É aqui que ela nasce.

A ISO/IEC 42001 pede registro de decisão, controle de acesso, gestão de risco e monitoramento do que o sistema de IA faz. Sem uma porta única, cada um desses itens precisa ser provado aplicação por aplicação, e na prática não é provado. O gateway é a camada onde essa evidência nasce sozinha, e é por isso que ele costuma ser o primeiro item do caminho de adoção, e não o último.

Ler o paper sobre a ISO/IEC 42001

Como implantamos

Cinco etapas, e a política
é decidida antes da configuração.

  1. 01

    Descoberta

    Levantamento do que já usa IA na empresa, de qual chave, com qual gasto e sob qual política. Quase sempre há mais do que o inventário indica.

  2. 02

    Política

    Quem pode chamar o quê, com qual teto, com qual retenção e qual dado nunca sai. A política é decidida antes de virar configuração.

  3. 03

    Implantação

    Gateway em alta disponibilidade, na nuvem ou dentro do perímetro, com chave virtual por aplicação e a credencial do fornecedor isolada.

  4. 04

    Migração

    As aplicações passam a apontar para o gateway, uma a uma, sem janela de indisponibilidade. A chave direta é revogada ao fim de cada uma.

  5. 05

    Operação

    Painel de consumo, revisão periódica de limite e de política, e sustentação com o mesmo SLA do resto da operação.

Ver as seis camadas de AI Transformation

Comece pela descoberta, sem custo.

Um levantamento do que já usa IA na sua empresa, com qual chave, sob qual gasto e sob qual política. É o retrato que precede qualquer decisão de governança, e ele costuma surpreender.